O nome de Marcos Leonardo, atacante do Al-Hilal de 22 anos, voltou a ganhar força entre torcedores do Bahia nas redes sociais. Com frequência cada vez maior, perfis tricolores citam o jogador como uma contratação capaz de elevar o nível técnico do elenco e dar um salto de qualidade ao setor ofensivo.
Revelado pelo Santos, Marcos Leonardo é visto por parte da torcida como um camisa 9 moderno: jovem, móvel, com faro de gol e experiência internacional. Nas redes, o discurso se repete: “é o tipo de atacante que muda o patamar do time”. Seu passe está avaliado em mais de R$120 milhões.
O movimento, aparentemente, parte exclusivamente da arquibancada digital. Até o momento, não há confirmação oficial de que o Bahia, a SAF ou o Grupo City tenham iniciado conversas com o clube saudita ou com os representantes do atleta.
A pergunta que ecoa entre os tricolores é direta: O Grupo City pensa o mesmo que a torcida?
O modelo de gestão da SAF do Bahia tem priorizado contratações alinhadas a critérios técnicos, financeiros e estratégicos, dentro de um planejamento global do grupo. Marcos Leonardo, por sua vez, tem contrato com o Al-Hilal e recebe salários fora da realidade da maioria dos clubes brasileiros, o que torna qualquer negociação complexa.
Ainda assim, o simples fato de o nome do atacante circular com tanta força entre torcedores mostra um recado claro: a torcida quer reforços de impacto e sonha alto.
Há conversas? Há andamentos? Até agora, nenhuma informação concreta aponta para negociações em curso, sondagens formais ou contatos com empresários do jogador. Nos bastidores, silêncio. No campo oficial, nenhuma sinalização.
Mas no futebol, especialmente quando envolve SAF, mercado internacional e jogadores jovens, o que hoje é apenas desejo pode virar pauta amanhã.
Por enquanto, Marcos Leonardo segue sendo um sonho da torcida tricolor — um nome que simboliza ambição, expectativa e a vontade de ver o Bahia disputar em outro patamar.









