Será que Sigmund Freud explicaria o comportamento do Bahia quando joga fora de casa? Talvez só o pai da psicanálise consiga decifrar o que acontece com o Tricolor longe da Arena Fonte Nova. Na noite desta quarta-feira (05/11), em Belo Horizonte, o time voltou a apresentar um futebol apático e foi derrotado por 3 a 0 pelo Atlético Mineiro. Foi uma partida vergonhosa.
O início até enganou. Nos 15 primeiros minutos, o Bahia mostrou alguma organização e insinuou que poderia competir. Mas era mera ilusão. E quando veio a principal adversidade, a expulsão de Kanu, a situação piorou ainda mais. Pressão, erros em sequência e apagão coletivo.
O castigo veio rápido. Hulk, atacante revelado pelo rival Vitória, abriu o placar aos 21 minutos do segundo tempo e alcançou o gol número 500 da carreira. Em seguida, Igor Gomes ampliou em cobrança de falta no ângulo, aos 30 minutos. Para completar a noite de pesadelos, Biel, ex-jogador do Tricolor e especialista em gols perdidos quando vestia a camisa azul, vermelho e branco, marcou o terceiro aos 31 minutos.
Final da vergonha: 3 a 0. E fica a dúvida: se Freud não explicar, talvez só um milagre consiga entender o comportamento do Bahia fora de casa.
A equipe joga agora no próximo sábado (08/11), contra o Internacional, em Porto Alegre.









