O Bahia transformou as jogadas aéreas em uma das principais armas no Campeonato Brasileiro. Com o gol de cabeça de David Duarte no empate por 1 a 1 com o Corinthians, no último domingo (26), na Arena Fonte Nova, o Tricolor chegou a sete gols marcados dessa forma na Série A e igualou o Vasco como a equipe que mais balançou as redes pelo alto na competição.
O crescimento chama a atenção porque, até a oitava rodada, o Bahia ainda não havia marcado gols de cabeça no Brasileirão. Desde então, foram sete gols em 13 partidas, o que representa um terço dos 21 gols anotados pelo time nesse período.
A marca já supera toda a campanha da equipe na Série A de 2025, quando o Esquadrão fez seis gols de cabeça ao longo das 38 rodadas.
Contra o Corinthians, o Bahia ainda teve três gols de cabeça anulados: dois do atacante Alejo Veliz e um de Willian José, todos invalidados por impedimento ou falta na origem da jogada.
Apesar da evolução, o técnico Rogério Ceni atribui o desempenho menos à qualidade dos cabeceadores e mais à precisão dos cruzamentos.
“Não temos tantos jogadores com características de bom cabeceio. O David Duarte é o nosso melhor. (…) O principal é a batida”, afirmou o treinador após a partida.
Dos sete gols de cabeça marcados pelo Bahia no Brasileirão, quatro aconteceram com a bola rolando e três em jogadas de bola parada — dois em cobranças de escanteio e um após falta levantada na área.
O elenco se reapresentou nesta segunda-feira (27) e iniciou a preparação para enfrentar o Fluminense, na quarta-feira (29), às 21h30, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O último treino antes da viagem está marcado para esta terça-feira (28), na Cidade Tricolor.






