O mercado de trabalho formal brasileiro manteve trajetória de crescimento no primeiro bimestre de 2026. Janeiro e fevereiro registraram um saldo positivo de 370.339 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Desse total, 300.728 vagas (81,2%) foram ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), principal ferramenta de identificação e acesso das famílias em situação de vulnerabilidade aos programas sociais.
As informações são fruto do cruzamento de dados realizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) com os números do Caged.
“A gente vem observando a mesma tendência nos últimos dois anos. O governo do presidente Lula alcançou a menor taxa de desemprego da história e quem ocupa essas vagas de emprego formais geradas é o público do Cadastro Único”, reforçou o ministro Wellington Dias.
No período, foram 4.620.228 de admissões e 4.249.889 de desligamentos em todo o país, no quadro geral. Entre os beneficiários do Bolsa Família, o saldo de empregos atingiu 207.900 vagas, o que equivale a 56,1% do saldo total do país e 69,1% do saldo dentro do público do Cadastro Único.











