
A clínica psicológica, ou seja, o atendimento em consultório para tratar questões de saúde mental, não é suficiente para lidar com o sofrimento provocado pelo racismo, afirma Jeane Tavares, psicóloga, doutora e pós-doutora em saúde pública pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e professora da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia).
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